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Após facada, Bolsonaro passa por cirurgia em Juiz de Fora

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Após facada, Bolsonaro passa por cirurgia em Juiz de Fora

Candidato era carregado nos ombros por apoiadores quando homem se aproximou e o feriu na barriga. Bolsonaro foi levado para a Santa Casa da cidade, passou por uma cirurgia no intestino e ficará internado na UTI

O candidato à Presidência da República do PSL nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, foi esfaqueado durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG) na tarde desta quinta-feira, 6. Atingido na região do abdômen, o presidenciável foi levado para o hospital e passou por uma cirurgia. A Polícia Federal prendeu o suspeito.

O candidato teve lesões no intestino e passou por uma cirurgia que terminou por volta das 19h40. O estado de saúde dele é estável. Por volta das 19h55, Bolsonaro foi levado para a UTI da Santa Casa de Juiz de Fora, onde passará a noite.

O candidato está sendo acompanhado pelo presidente nacional do PSL, Gustavo Bebiano, e integrantes do partido em Juiz de Fora. Um dos filhos do presidenciável, Flavio Bolsonaro, informou que o pai passava bem logo após ser ferido e, pouco depois, afirmou que o ferimento era mais grave do que ele imaginava. Um porta-voz do hospital declarou que havia suspeita de lesões internas que, se confirmadas, poderiam configurar quadro grave.

“Infelizmente foi mais grave do que esperávamos. A perfuração atingiu parte do fígado, do pulmão e da alça do intestino. Perdeu muito sangue, chegou no hospital com pressão de 10/3, quase morto… Seu estado agora parece estabilizado. Orem, por favor!”, afirmou Flavio na rede social.

Líder nas pesquisas de intenção de votos, Bolsonaro era carregado pelas ruas da cidade mineira por seus apoiadores quando fez uma expressão de dor. Vídeos que circulam pela internet mostram uma pessoa se aproximando do candidato e acertando sua barriga. Um dos seguranças que estavam com Bolsonaro sofreu um corte na mão.

De acordo com a Coluna do Estadão, a PF vai instaurar inquérito para apurar a agressão. Segundo a PM de Juiz de Fora, o nome do agressor é Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos (saiba quem é o agressor de Bolsonaro).

A PF é responsável pela segurança de Bolsonaro e acompanha o candidato em todas as suas agendas. Questionada, a PF disse que retirou o candidato do local após a agressão. Após levar a facada, Bolsonaro foi levado para a Santa Casa de Juiz de Fora. Ele fez um exame de ultrassom e foi levado para o centro cirúrgico.

Presidenciáveis repudiam ataque a Bolsonaro
Nas redes sociais e em notas, os demais presidenciáveis e o presidente Michel Temer repudiaram o ataque que Bolsonaro sofreu em Juiz de Fora. A OAB também condenou o ataque. A imprensa internacional também destaca a agressão sofrida pelo candidato do PSL.

De acordo com a Coluna do Estadão, a PF vai instaurar inquérito para apurar a agressão. Segundo a PM de Juiz de Fora, o nome do agressor é Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos (saiba quem é o agressor de Bolsonaro).

A PF é responsável pela segurança de Bolsonaro e acompanha o candidato em todas as suas agendas. Questionada, a PF disse que retirou o candidato do local após a agressão. Após levar a facada, Bolsonaro foi levado para a Santa Casa de Juiz de Fora. Ele fez um exame de ultrassom e foi levado para o centro cirúrgico.

Presidenciáveis repudiam ataque a Bolsonaro

Nas redes sociais e em notas, os demais presidenciáveis e o presidente Michel Temer repudiaram o ataque que Bolsonaro sofreu em Juiz de Fora. A OAB também condenou o ataque. A imprensa internacional também destaca a agressão sofrida pelo candidato do PSL.

O coordenador de campanha de Bolsonaro, Delegado Francischini (PSL-PR), pediu investigação por ‘crime político’. Ele disse que o presidenciável falava sempre sobre a possibilidade de um ataque.

Confusão havia marcado visita ao hospital

Antes do ataque, tumultos, tensão e bate-boca marcaram a visita de Bolsonaro ao hospital filantrópico da Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer (ASCOMCER) e também um almoço com o candidato em um hotel em Juiz de Fora, Minas Gerais, nesta quinta-feira, 6.

Pacientes idosos em tratamento contra a doença tiveram dificuldade para entrar na unidade, devido a um cordão de isolamento feito por integrantes de um movimento conservador da cidade. Vestidos de preto, eles se diziam policiais e afirmavam fazer “segurança voluntária” do candidato.

- ISTO É com Estadão Conteúdo - 06/09/18 - 17h29 - Atualizado em 06/09/18 - 21h04

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