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CADEIA: Goleiro Bruno saindo, ex goleiro Edinho (filho Pelé) entrando...

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CADEIA: Goleiro Bruno saindo, ex goleiro Edinho (filho Pelé) entrando...

STF concede habeas corpus ao goleiro Bruno; Justiça de SP pede nova prisão de Edinho

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, concedeu nesta sexta-feira habeas corpus para soltar o goleiro Bruno Fernandes de Souza, 32 anos, preso desde 2010. Bruno foi condenado a 22 anos de prisão em 2013 pela morte da namorada, Eliza Samudio.

Segundo o entendimento do ministro, o goleiro tem o direito de responder em liberdade já que é réu primário e possui bons antecedentes criminais. “Colocou-se em segundo plano o fato de o paciente ser primário e possuir bons antecedentes. Tem-se a insubsistência das premissas lançadas. A esta altura, sem culpa formada, o paciente está preso há 6 anos e 7 meses. Nada, absolutamente nada, justifica tal fato”, escreveu Marco Aurélio.

Com a decisão, o goleiro poderá aguardar a apreciação dos recursos em liberdade. O habeas corpus foi um pedido impetrado pela defesa de Bruno alegando “bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita”.

CADEIA: Goleiro Bruno saindo, ex goleiro Edinho (filho Pelé) entrando...

O ex-goleiro Edson Cholbi do Nascimento, conhecido como Edinho, filho de Pelé, teve a prisão pedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) nesta quinta-feira. O tribunal julgou recurso de apelação do ex-goleiro, de 46 anos, mantendo a condenação por envolvimento com o narcotráfico, mas reduzindo a pena de 33 anos e quatro meses para doze anos e dez meses em regime fechado.

Enquanto aguardava o último recurso, Edinho estava em liberdade. Agora, o TJ pede que a 1ª Vara Criminal da Praia Grande (SP) faça a expedição de um mandado de prisão contra ele. A pena foi definida em maio de 2014 pela juíza Suzana Pereira da Silva. Ele foi condenado com outras quatro pessoas: Ronaldo Duarte Barsotti de Freitas, o “Naldinho”, Clóvis Ribeiro, o “Nai”, Maurício Louzada Gherardi, o “Soldado”, e Nicolas Aun Júnior, o “Veio”.

Prisões

Sob a sombra do pai, o maior ídolo do futebol brasileiro, Edinho foi goleiro do Santos em duas passagens – uma entre 1990 e 1991 e a outra entre 1994 e 1998 -, mas ficou mais conhecido por sua prisão e envolvimento com o tráfico de drogas do que pelas suas atuações dentro de campo.

A primeira vez que o ex-jogador foi preso foi em 2005, quando o Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) deflagrou a Operação Indra, prendendo mais de 50 pessoas envolvidas com o comércio de entorpecentes, entre elas Edinho, por seu envolvimento nos negócios de Ronaldo Barsotti. Depois de seis meses em prisão provisória, o ex-goleiro foi solto com liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele voltou a ser preso duas vezes em 2014, a primeira em julho e a segunda em novembro, quando conseguiu um habeas corpus para aguardar a conclusão do processo em liberdade. (VEJACom Estadão Conteúdo)

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