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Corpos chegam à Arena Suzano para velório coletivo

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Corpos chegam à Arena Suzano para velório coletivo

Velório deve começar às 7h. Adolescente e um homem encapuzados atacaram a Escola Estadual Raul Brasil e mataram sete pessoas, sendo cinco alunos e duas funcionárias do colégio.

Carros funerários chegam com os corpos das vítimas ao ginásio em Suzano — Foto: Reprodução/TV Globo

 

Os corpos das vítimas do massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), chegaram na manhã desta quinta-feira (14), na Arena Suzano no Parque Max Feffer. O velório coletivo está previsto para começar às 7h.

Corpos que serão velados no local:

  • Caio Oliveira, Claiton Antonio Ribeiro
  • Kaio Lucas da Costa Limeira
  • Samuel Melquíades Silva de Oliveira
  • Eliana Regina de Oliveira Xavier
  • Marilena Ferreira Vieira Umezo

 Carros com corpos de vítimas da Escola Raul Brasil chegam à Arena Suzano — Foto: Maiara Barbosa/G1

Carros com corpos de vítimas da Escola Raul Brasil chegam à Arena Suzano — Foto: Maiara Barbosa/G1

O corpo de Marilena Umezo será sepultado apenas no sábado (16), quando um dos filhos dela retornar do exterior.

O velório de Douglas Murilo Celestino começou por volta de 1h em uma igreja evangélica em Suzano.

O corpo do comerciante Jorge Antonio de Moraes está sendo velado no Cemitério Colina dos Ypês, onde será sepultado.

Familiares chegam para o velório de vítima do massacre da Escola Raul Brasil em Suzano — Foto: Maiara Barbosa/G1

Familiares chegam para o velório de vítima do massacre da Escola Raul Brasil em Suzano — Foto: Maiara Barbosa/G1

 

O ataque

Frente da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, após o massacre — Foto: Maiara Barbosa/ G1.

Frente da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, após o massacre — Foto: Maiara Barbosa/ G1.

Em seguida, um dos assassinos atirou no comparsa e, então, se suicidou. Pouco antes do massacre, a dupla havia matado o proprietário de uma loja da região.

Os assassinos – Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 – eram ex-alunos do colégio.

A investigação aponta que, depois do ataque, ainda dentro da escola, Guilherme matou Henrique e, em seguida, se suicidou.

A polícia diz que os dois tinham um "pacto" segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.

Cinco dos mortos são alunos do ensino médio, com idade entre 15 e 17 anos, de acordo com o secretário de Segurança Pública de SP.

Entre as vítimas, há ainda duas funcionárias do colégio, uma delas a coordenadora. O dono de uma locadora de veículos próximo ao local, que era tio de um dos assassinos, foi morto pouco antes do ataque.

Ainda não se sabe a motivação do crime. Foram feitas buscas na casa dos assassinos, e a polícia recolheu pertences dos dois.

Os mortos são:
  • Caio Oliveira, 15 anos, estudante
  • Claiton Antonio Ribeiro, 17 anos, estudante
  • Douglas Murilo Celestino, 16 anos, estudante
  • Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos, agente de organização escolar
  • Jorge Antonio de Moraes, 51 anos, comerciante, morto antes da entrada dos assassinos na escola; ele é tio de Guilherme, um dos assassinos
  • Kaio Lucas da Costa Limeira, 15 anos, estudante
  • Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos, coordenadora pedagógica
  • Samuel Melquíades Silva de Oliveira, 16 anos, estudante

 

Os feridos são:
  • Adna Isabella Bezerra de Paula, 16 anos, estudante
  • Anderson Carrilho de Brito, 15 anos, estudante
  • Beatriz Gonçalves Fernandes, 15 anos, estudante
  • Guilherme Ramos do Amaral, 14 anos, estudante
  • Jenifer Silva Cavalcanti
  • José Vitor Ramos Lemos, estudante
  • Leonardo Martinez Santos
  • Leonardo Vinicius Santa Rosa, 20 anos
  • Leticia de Melo Nunes
  • Murilo Gomes Louro Benite, 15 anos, estudante
  • Samuel Silva Felix

 

'Terrorismo doméstico'

O Ministério Público de São Paulo informou, na noite desta quarta-feira (13), que vai investigar em que circunstâncias ocorreram as dez mortes do massacre em Suzano. O trabalho será realizado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O objetivo é apurar a possível existência de organização criminosa que tenha colaborado para "eventual cometimento de crimes relacionados a terrorismo doméstico, como apontam os primeiros indícios", diz o órgão. O termo terrorismo doméstico é usado para definir atentados terroristas cometidos por cidadãos contra o seu próprio povo ou governo.

- Por G1 Mogi das Cruzes e Suzano -

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