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Dan Ferreira, de Segundo Sol, tem mesma doença de personagem da novela

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  Dan Ferreira, de Segundo Sol, tem mesma doença de personagem da novela

A Síndrome Guillain-Barré foi um dos temas da novela em que o ator participou

O ator Dan Ferreira, da novela Segundo Sol, da TV Globo, foi diagnosticado com a Síndrome de Guillain-Barré, após dar entrada no Hospital Cardio Pulmonar, em Salvador. A informação é da assessoria do ator.

De acordo com a nota, Dan se sentiu mal estar, acompanhado de fraqueza nas pernas, quando desembarcou em Salvador, no dia 28 de fevereiro. Por conta do quadro, o ator foi para o hospital, que fica no bairro de Ondina. O diagnóstico foi confirmado após exames realizados no ator.

A Síndrome Guillain-Barré é uma doença neurológica que não tem causa definida, mas pode ser associada a doenças virais, como o zika. A síndrome causa fraquezas ascendentes, paralisia flácida, mas a doença pode agravar até causar paralisia na musculatura respiratória e, com isso, o paciente necessita de suporte ventilatório para auxiliar na respiração.

Segundo dados do Ministério da Saúde, não existem dados epidemiológicos específicos da síndrome no Brasil, mas é a maior causa de paralisia flácida generalizada no mundo. Curiosamente, a doença foi uma dos temas da novela Segundo Sol: ela afetou a personagem Rochelle, interpretada por Giovanna Lancellotti. Depois do diagnóstico, a menina rica perdeu parte dos movimentos e teve que ficar presa a uma cadeira de rodas para cumprir os afazeres do dia a dia.

Durante a gravação da novela, Giovanna falou sobre a doença: “Corri atrás para saber mais dos sintomas e como é o processo de recuperação. Meu pai e meu padrasto são médicos e me ajudaram muito com a parte teórica. Muita gente também entrou em contato comigo pelas redes sociais. Tem sido muito importante, não só para construir a Rochelle, mas pessoalmente é inspirador ver a força das pessoas, ouvir suas histórias e aprender com elas. Todas me comovem porque passam por um longo processo de recuperação e vibram a cada vitória, a cada passo dado”, disse, ao UOL.

“É horrível. A pessoa sente muita dor, é uma impotência ali, você não sabe se vai durar muito tempo, se você vai melhorar rápido. Você não tem certeza de nada. Eu finjo sentir, mas não estou sentindo. Preciso só passar [para o público] que estou sentindo.”

“Quem está passando por isso merece todo o meu respeito, porque é uma fase muito difícil, a pessoa precisa ser muito corajosa, ter muita garra, ter muita fé, muito apoio da família. Isso mexeu bastante com a minha cabeça e como eu vejo as coisas”, completou.

- VEJA São Paulo - 4 mar 2019

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