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DJIDJA CARDOSO: entenda a polêmica e os crimes envolvendo a morte da ex-sinhazinha do Boi Garantido

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DJIDJA CARDOSO: entenda a polêmica e os crimes envolvendo a morte da ex-sinhazinha do Boi Garantido

A morte da empresária pode estar relacionada com a prisão de familiares e uma seita que promovia o uso de drogas

Djidja Cardoso, empresária de 32 anos e ex-sinhazinha do Boi Garantido, foi encontrada morta em sua residência na manhã de terça-feira (28), em Manaus (AM). A informação foi confirmada pela família, mas a causa da morte não foi divulgada.

Conforme informações do Terra Notícias, Djidja ganhou notoriedade entre 2015 e 2020, quando se apresentou pelo Boi Garantido, e mais tarde ao vencer o reality show "A Bordo" em 2021, onde conquistou o título de Rainha do Peladão e um prêmio de R$ 30 mil.

Após esse período, ela abriu uma rede de salões de beleza e se dedicou à criação de conteúdo digital, acumulando mais de 76 mil seguidores nas redes sociais. A polícia ainda não confirmou se houve homicídio, mas suspeita-se de uma overdose de ketamina, uma droga que pode ser usada como analgésico e também como substância recreativa.

Na quinta-feira (30), a polícia prendeu o irmão e a mãe de Djidja, Ademar Farias Cardoso Neto e Cleusimar Cardoso Rodrigues, por supostamente liderarem uma seita religiosa chamada "Pai, Mãe, Vida", que promovia o uso e a distribuição de ketamina. Também foram presas Verônica da Costa Seixas e Claudiele Santos da Silva, funcionárias do salão de beleza da família, acusadas de induzir outras pessoas a se associarem à seita.

As investigações revelaram que a seita coletava ketamina em clínicas veterinárias e a distribuía entre os funcionários dos salões de beleza. A polícia apreendeu seringas, produtos médicos, agulhas, ketamina, celulares, documentos e computadores na residência da família, no salão de beleza e em uma clínica veterinária.

O grupo enfrentará acusações de tráfico de drogas, associação para o tráfico, colocação em perigo da saúde, falsificação de produtos terapêuticos, aborto sem consentimento, estupro de vulnerável, charlatanismo, curandeirismo, sequestro, cárcere privado e constrangimento ilegal. Eles serão submetidos a uma audiência de custódia e permanecerão à disposição da Justiça.

DIÁRIO DE SÃO PAULO - Manoela Cardozo Publicado em 02/06/2024, às 10h04

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