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Fazer faxina reduz o risco de morte

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Fazer faxina reduz o risco de morte

Conforme estudo publicado na revista científica The Lancet, realizar atividades simples no dia a dia, como fazer faxina, subir escadas ou caminhar até o trabalho, já reduz o risco de morte.

A ciência acaba de trazer uma boa notícia para quem não consegue ir para a academia nem praticar outra atividade física durante a semana. De acordo com um estudo publicado nesta sexta-feira na revista científica The Lancet, realizar atividades simples no dia a dia, como fazer faxina, subir escadas ou caminhar até o trabalho, já reduz o risco de morte.

No estudo, os pesquisadores acompanharam, durante sete anos, 130.000 pessoas com idade entre 34 e 70 anos, de meios urbanos e rurais em 17 países ricos e pobres. Eles então compararam dados de participantes que sofreram ataques cardíacos, acidentes vascular cerebral (AVC) e outras doenças com os níveis de atividade física que eles realizavam.

Entre as atividades físicas listadas estavam exercícios de lazer como academia, mas também tarefas ou necessidades cotidianas como o meio utilizado para ir ao trabalho, desde que fosse caminhada ou bicicleta, e a realização de atividades domésticas.

Os resultados mostraram que quanto mais fisicamente ativas as pessoas eram, menor seu risco de doenças cardíacas e morte precoce. Por exemplo, quem praticava mais de 750 minutos por semana – o equivalente a 150 minutos por dia – de caminhada rápida ou outra atividade semelhante, tinha o risco de morte reduzido em 36%.

A boa notícia é que mesmo aqueles que se movimentavam o mínimo recomendado de 30 minutos por dia ou 150 minutos por semana já tinham o risco reduzido em 30% para morte precoce e 20% para problemas cardíacos, em comparação com aqueles que não alcançavam essa meta.

Em geral, 18% dos participantes não cumpriam a recomendação de praticar pelo menos 30 minutos de atividade física por dia ou 150 minutos por semana. Entre essas pessoas 5,1% desenvolveram doenças cardiovasculares, em comparação com 3,8% das que era fisicamente ativas. Seu risco de mortalidade também foi maior: 6,4% nos inativos contra 4,2% nos ativos.

Isso significa que se todas as pessoas seguissem as recomendações de atividade física, 8% das mortes – ou uma em cada 12 – e 5% dos problemas cardíacos que acontecem no mundo a cada sete anos poderiam ser prevenidos. O problema é que cerca de um quarto da população mundial é sedentária.

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