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Filas, filas, filas e os melhores momentos do Lolla 2017

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Filas, filas, filas e os melhores momentos do Lolla 2017

Segundo dia do festival teve Duran Duran (sem Save a Prayer), The Weeknd, palco eletrônico animado e The Strokes no encerramento

Depois de um primeiro dia com recorde de público de 100.000 pessoas e uma série de altos e baixos, o Lollapalooza chegou ao seu segundo e último dia de 2017 deixando saudade.

O visual da turma estava extravagante…

(Léo Martins)

… ou divertido, vamos dizer assim.

(Léo Martins)

Entre os grandes shows do dia estava o Duran Duran.

(Leo Martins/Veja SP)

A surpresa da apresentação foi a participação de Céu em uma das faixas. A aguardada ‘Save a Prayer’, porém, não rolou nem no bis.

(Leo Martins/Veja SP)

O clima colaborou a maior parte do dia. Só começou a chover quando os Strokes subiram no palco.

(Leo Martins/Veja SP)

Já as filas, aaah as filas não deram trégua. Tinha espera de até duas horas para o salto livre de 16 metros de altura sobre um colchão inflável.

(Leo Martins/Veja SP)

Filas para comprar usando o sistema Lolla Cashless.

(Leo Martins/Veja SP)

Filas para usar o banheiro, os caixas…

(Ricardo Matsukawa/Veja.com/Veja SP)

Sim, as filas estavam grandes mesmo.

(Ricardo Matsukawa/Veja.com)

Mas já falamos disso aqui. Vamos às grandes atrações. Teve The Weeknd, devidamente acompanhado da namorada Selena Gomez.

(Ricardo Matsuwaka/Veja.com)

MO empolgou a plateia.

(Leo Martins/Veja SP)

Assim como Two Door Cinema Club.

(Heitor Feitosa/Veja.com/Veja SP)

O DJ Martin Garrix roubou inclusive parte do público (e do som) da aguardada atração final, The Strokes. “Está rolando uma rave?”, chegou a perguntar o vocalista Julian, um tanto incomodado com o som que vazou para o palco principal.

(Leo Martins)

Já a plateia, só sabia agradecer, literalmente, pela presença da banda ali.

(Leo Martins/Veja SP)

A chuva do início da apresentação não pareceu incomodar. Mas parte do público saiu ainda antes do fim da apresentação.

(Leo Martins/Veja SP)

A banda empolgou pela quantidade de hits do repertório. Mas a apresentação terminou em clima nada apoteótico: sem queima de fogos tradicional de encerramento do Lolla, eles simplesmente saíram do palco ao final do set.

(Leo Martins/Veja SP)

Ano que vem tem mais!

- VEJA SP

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