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Marília reduz casos de dengue; ações previnem zika, chikungunya e febre amarela

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Marília reduz casos de dengue; ações previnem zika, chikungunya e febre amarela

Em 2017, primeiro trimestre terminou com dez casos de dengue; no ano passado foram 147 e em 2015 já havia epidemia com 8.986 nos primeiros 90 dias do ano

Balanço realizado com base nos dados do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde, apurados no primeiro trimestre deste ano, indica que os casos confirmados de dengue em Marília recuaram mais de 90% em 2017, na comparação com 2016. Ações da Secretaria Municipal da Saúde, com o apoio de outros setores da administração municipal, estão entre as causas da redução.

Na comparação com 2015, quando a cidade registrou a grande epidemia, a queda é ainda mais drástica. Naquele ano foram confirmados em Marília 26.647 casos da doença, sendo 8.986 no primeiro trimestre.

Alessandra Arrigoni Mosquini, supervisora da Vigilância Epidemiológica, lembra que os estudos relacionados mostram que a cada três ou quatro anos, a curva epidemiológica muda. “Há uma variação e podemos ver isso também em Marília, com ciclos de transmissão diferenciados”, esclarece.

Ela alerta ainda que não é esperado que Marília “deixe de ter dengue”, uma vez que basta um caso para que o risco de circulação do vírus seja efetivo. O que potencializa a transmissão, porém, são as condições favoráveis ou não para o nascimento e reprodução do mosquito Aedes Aegypti.

“Esperamos uma curva baixa porque estamos trabalhando muito na prevenção. Informação e conscientização são fundamentais. Houve na cidade maior envolvimento, depois que tivemos aquela grande epidemia. Hoje o assunto está mais perto da comunidade. Há um cuidado maior das pessoas e grande atenção das unidades de saúde na prevenção”, disse.

A supervisora destaca que as parcerias avançaram, recentemente. “O Estado é um grande parceiro, a secretaria municipal de Educação faz um importante trabalho. Temos tido um diálogo muito próximo das organizações da sociedade. As ações que começaram não podem mais parar. Precisamos dessa nova cultura, para evitar que o mosquito nasça e se reproduza”, destacou.

CONTROLE

Mesmo com as adversidades, a administração municipal, sob a liderança do prefeito Daniel Alonso, não esmoreceu. A nova secretária da Saúde, Kátia Ferraz Santana, coordenou intervenções técnicas consideradas importantes, que estão resultado não apenas no controle da dengue, mas também na prevenção do Zika Vírus, Febre Chikungunya e Febre Amarela.

“Os nossos técnicos e profissionais de campo, por meio da Vigilância Epidemiológica e do setor de zoonoses trabalham com determinação e temos conseguido o apoio da população. Um exemplo foi o sucesso da recente campanha de limpeza realizada”, disse Kátia Santana, titular da pasta.

- Texto: PMM - Foto: Arquivo /PMM

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