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Mulher que matou vizinha a facadas tem prisão convertida em domiciliar

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Mulher que matou vizinha a facadas tem prisão convertida em domiciliar

Segundo a defesa, a agressora tem uma filha que depende dos cuidados dela e por isso foi feita a substituição da prisão preventiva em domiciliar. Vítima tinha registrado uma dezena de BOs por ameaça após várias discussões entre as duas

Elisângela de Castro afirmou que "perdeu a cabeça" durante a discussão com a vítima — Foto: Polícia Militar/Divulgação

A mulher de 35 anos que foi presa em flagrante após esfaquear a vizinha, de 69, em Bauru (SP) passou por audiência de custódia nesta terça-feira (2) e teve a prisão preventiva decretada, mas a Justiça decidiu substituí-la por prisão domiciliar.

De acordo com a defesa de Elisângela de Castro, ela tem uma filha de 10 anos que depende dos cuidados dela e por isso houve essa substituição na prisão preventiva. A defesa informou ainda que vai se inteirar dos autos do processo e por enquanto não vai se manifestar.

O corpo da vítima, Justina Coelho Lopes, foi velado e enterrado nesta manhã. Segundo informações da polícia, Justina e Elisângela discutiram e agressora voltou para casa, pegou uma faca e esfaqueou a vizinha.

Justina chegou a ser socorrida por moradores e levada ao Pronto-Socorro Central, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

 
Elisângela de Castro afirmou que "perdeu a cabeça" durante a discussão com a v´tima — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Segundo a Polícia Militar, a agressora, que mora ao lado da vítima na Rua Áurea Maldonado Gândara, na Vila Zillo, tentou fugir, mas foi presa em flagrante pela Polícia Militar.

À polícia, Elisângela disse que “perdeu a cabeça”, pegou uma faca e deu vários golpes na vizinha. As duas tinham um histórico de desavenças.

Segundo a Polícia Civil, este não foi o primeiro boletim de ocorrência registrado tendo como partes as duas mulheres. A vítima já havia registrado pelo menos 10 de boletins de ocorrência alegando ameaças e perturbação.

No último episódio de confronto entre as mulheres, o advogado de Elisângela disse que Justina Coelho tinha movido uma ação contra sua cliente por danos morais, na qual ela foi condenada a pagar R$ 7 mil de indenização.

- Por G1 Bauru e Marília -

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