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Polícia confirma participação de terceiro adolescente em massacre

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Polícia confirma participação de terceiro adolescente em massacre

A falta de reconhecimento motivou o ataque na escola estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na quarta-feira (13), de acordo com a Polícia Civil de SP

Um adolescente, de 17 anos, participou da elaboração do massacre que ocorreu na escola estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, a 50 km de São Paulo, na quarta-feira (13), de acordo com o Delegado-Geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes.

Em entrevista coletiva dada no final desta quinta-feira (14), Fontes disse que o adolescente, que estudou com o atirador Guilherme Monteiro, participou da organização do ataque. O delegado, no entanto, não deu mais detalhes da participação do menor, mas disse que o mesmo "pode ser apreendido a qualquer momento".

 

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Na quarta-feira (13), os jovens Guilherme Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, dispararam mais de 30 vezes na escola Raul Brasil. No local, duas funcionárias e cinco alunos morreram. Antes disso, Guilherme teria ido a uma locadora de veículos, onde um tio dele é proprietário, e também o vitimou. Depois do ataque, a dupla cometeu suicídio.

De acordo com a Polícia Civil, Guilherme havia sido demitido da locadora por possíveis furtos em carros de clientes, mas o delegado reconheceu que não “é possível afirmar ainda o motivo de ter matado o tio”. No local, o proprietário João Antônio Moraes foi atingido por três disparos, fora socorrido e encaminhado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

 

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Em seguida, os autores se dirigiram para a escola. Estacionaram um carro Chevrolet Onix Branco em frente ao local. Atiraram contra a coordenadora Marilena Ferreira Vieira Umezo, de 59 anos, e, depois na funcionária Eliana Regina de Oliveira Xavier, de 38. Depois, cinco alunos também foram vítimas dos jovens. São eles: Kaio Lucas da Costa Limeira, 15, Claiton Antônio Ribeiro, 17, Caio Oliveira, de 15, Samuel Melquíades Silva de Oliveira, 16, e Douglas Murilo Celestino, 16.

A falta de reconhecimento na comunidade teria motivado o ataque, ainda de acordo Fontes. O delegado-geral também comentou que o planejamento de todo o crime teria começado em novembro, e que Guilherme era o líder do ataque. Este, por sua vez, postou diversas fotos em sua conta no Facebook com uma arma minutos antes do crime.

- Kaique Dalapola e Plínio Aguiar, do R7 -

 

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