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Secretaria de Saúde de Marília confirma 12º caso de leishmaniose

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Secretaria de Saúde de Marília confirma 12º caso de leishmaniose

Registro foi novamente na zona norte. Região concentra a maior parte das notificações do ano. Situação já é pior que a de 2016, quando 10 casos em humanos foram tratados durante todo o ano

Foto - Prefeitura de Marília realiza exames em cachorros para detectar a leishmaniose: casos concentrados na zona norte (Foto: Reprodução/ TV TEM )

A Secretaria de Saúde de Marília (SP) confirmou nesta segunda-feira (18) mais um caso de leishmaniose visceral em humanos. É o 12º registro de 2017, o que faz com que a situação seja pior que a de 2016, quando foram 10 notificações durante todo o ano.

Este 12º caso foi registrado no bairro Jânio Quadros, na zona norte, região da cidade que concentra a maioria dos casos deste ano.

Até o início de agosto, quando surgiram dois casos em outras regiões(oeste e leste), as nove notificações anteriores eram todas concentradas na zona norte, em dois bairros (Jânio Quadros e JK).

Transmitida pela picada do mosquito-palha, a leishmaniose é uma doença extremamente perigosa tanto para os seres humanos quanto para os cães.

O animal é o hospedeiro e o mosquito o transmissor. Ele pica o cão infectado e depois pica o humano, transmitindo a doença. Nos humanos, os principais sintomas são febre prolongada e um volume desproporcional na região do abdômen.

Para combater o mosquito, a principal medida é evitar o acúmulo de lixo. Folhas úmidas, restos de alimentos, fezes de animais e outros materiais inservíveis servem de criadouro para o mosquito.

 

Novo tratamento

O índice de mortes de cães afetados pela doença chega a 90% dos animais não tratados, segundo dados do Ministério da Saúde. Nos cães, os sintomas mais comuns nos animais são desânimo, fraqueza e sonolência, perda de apetite e emagrecimento.

Até pouco tempo, a única opção para os donos de pets diagnosticados com a doença era a eutanásia. Contudo, um medicamento aprovado recentemente pelo Ministério da Agricultura promete melhorar a expectativa de vida dos animais, principalmente nos estágios iniciais.

- G1 Bauru e Marília - 

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