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Tatuapé, Mancha e Rosas são destaques do 1º dia do carnaval de São Paulo

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Tatuapé, Mancha e Rosas são destaques do 1º dia do carnaval de São Paulo

Independente Tricolor, Unidos do Peruche, Acadêmicos do Tucuruvi e Tom Maior também desfilaram pelo Anhembi.

Foto - Da esquerda para a direita: Independente Tricolor, Unidos do Peruche, Acadêmicos do Tucuruvi, Mancha Verde, Acadêmicos do Tatuapé, Rosas de Ouro e Tom Maior (Foto: Marcelo Brandt e Fabio Tito/G1)

Acadêmicos do Tatuapé, Mancha Verde e Rosas de Ouro se destacaram nesta sexta-feira (9), 1º dia de desfiles do Grupo Especial do carnaval de São Paulo. Independente Tricolor, Unidos do Peruche, Acadêmicos do Tucuruvi e Tom Maior também desfilaram pelo Anhembi.

Nenhuma das sete escolas estourou os 65 minutos de desfile. Apenas a Independente Tricolor que deverá perder 1,2 ponto por conta de um problema no carro abre-alas, que teve de ser rebocado.

Dois temas foram predominantes neste primeiro dia:

 

  • O terror e as imagens assustadoras, presentes no samba-enredo da Independente Tricolor e em fantasias de caveira da Acadêmicos do Tatuapé, Acadêmicos do Tucuruvi e Rosas de Ouro
  • O samba falando de samba, com Martinho da Vila como homenageado da Unidos do Peruche e o grupo Fundo de Quintal como inspiração da Tucuruvi

 

Independente Tricolor

A Independente Tricolor fez sua estreia no Grupo Especial de São Paulo e abriu o carnaval contando a história dos filmes de terror.

O carro abre-alas da escola, que fez uma homenagem ao cineasta Zé do Caixão, teve o eixo quebrado e precisou ser rebocado durante todo o desfile, o que fará a Independente perder 1,2 ponto, segundo a Liga.

A ex-dançarina do É o Tchan Sheila Mello, que pela primeira vez foi madrinha de bateria, passou um sufoco e precisou de ajuda para remendar a costura de sua fantasia, que estourou no início do desfile. Saiba mais sobre o desfile da Independente Tricolor.

 
Independente Tricolor vai ser penalizada por carro que deu problemaIndependente Tricolor vai ser penalizada por carro que deu problema

 

Unidos do Peruche

Segunda escola a desfilar no primeiro dia do Grupo Especial de São Paulo, a Unidos do Peruche levou ao Anhembi um enredo em homenagem aos 80 anos do cantor e compositor Martinho da Vila, que faz aniversário no dia 12 de fevereiro, segunda-feira de carnaval.

Com trajetória na Unidos da Tijuca, o carnavalesco Mauro Quintaes preparou um desfile cheio de referências musicais, do Brasil à África, na tentativa de levar o título.

Martinho da Vila surgiu no topo do último carro da Peruche, com a velha guarda da escola; à frente da alegoria, uma ala só com parentes do músico, entre eles a filha Mart’nália. Saiba mais sobre o desfile da Unidos do Peruche.

 
Martinho da Vila está no último carro da Unidos do PerucheMartinho da Vila está no último carro da Unidos do Peruche

 

Acadêmicos do Tucuruvi

Depois de ter perdido 90% de suas fantasias em um incêndio no dia 4 de janeiro, é possível dizer que a Acadêmicos do Tucuruvi renasceu das cinzas na madrugada deste sábado (10).

Quem comandou a recuperação do desfile em tempo recorde foi o carnavalesco Flávio Campello, campeão em 2017 pela Acadêmicos do Tatuapé. Com o tema “Uma Noite no Museu”, a escola fez uma viagem pelos museus do mundo, terminando com uma homenagem aos museus brasileiros, como o do Futebol.

O desfile da Acadêmicos do Tucuruvi, contudo, foi simbólico: a escola não será julgada, nem poderá ser rebaixada, por conta do incêndio. Saiba mais sobre o desfile da Acadêmicos do Tucuruvi. 

Deuses da Mitologia são representados pela comissão de frente da Acadêmicos do Tucuruvi

Deuses da Mitologia são representados pela comissão de frente da Acadêmicos do Tucuruvi

 

Mancha Verde

 

Quarta escola a desfilar no primeiro dia do Grupo Especial de São Paulo, a Mancha Verde usou as músicas do Fundo de Quintal e os 40 anos do grupo para falar da relação entre samba e amizade.

O carro abre-alas fez referência ao bloco Cacique de Ramos, que deu origem ao Fundo de Quintal, e a rainha Viviane Araújo, há 12 anos à frente da bateria, estava vestida de índia.

As baianas se inspiraram na cantora Beth Carvalho, uma das madrinhas e parceiras do grupo, e os integrantes do Fundo de Quintal estavam no último carro, que levou o nome de “O show tem que continuar”. Saiba mais sobre o desfile da Mancha Verde.

 
Viviane Araújo é rainha de bateria da Mancha VerdeViviane Araújo é rainha de bateria da Mancha Verde
 

Acadêmicos do Tatuapé

Acadêmicos do Tatuapé entrou na avenida em busca do bicampeonato com um samba-enredo sobre o estado do Maranhão. A escola da Zona Leste, que conquistou em 2017 seu primeiro título no Grupo Especial de São Paulo, apostou em um desfile tradicional, que aconteceu sem imprevistos.

Um dos destaques foi a bateria, que interagiu com os integrantes fazendo "apagões": os instrumentos davam trégua, e a escola podia cantar o samba.

A Acadêmicos do Tatuapé ainda apostou em uma bossa ao ritmo de reggae, muito popular no Maranhão, e em carros alegóricos que mostravam a culinária, a história e a natureza desse estado do Nordeste do Brasil. Saiba mais sobre o desfile da Acadêmicos do Tatuapé.

 
Bateria da Tatuapé simboliza os blocos tradicionais maranhenses

Bateria da Tatuapé simboliza os blocos tradicionais maranhenses

 

Rosas de Ouro

Penúltima escola a desfilar no primeiro dia do Grupo Especial de São Paulo, a Rosas de Ouro provou que o samba e o sertanejo podem se misturar para narrar a vida dos caminhoneiros no Brasil.

A atriz Ellen Rocche, atualmente um dos destaques da novela "O Outro Lado do Paraíso" no papel de Suzy, completou seu 11º ano como rainha da bateria da Rosas de Ouro.

O carro abre-alas era uma homenagem a São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, e entrou puxado por dois grandes caminhões dourados. Já a dupla Maiara e Maraisa esteve no último carro do desfile, que representava o retorno dos caminhoneiros para casa. Saiba mais sobre o desfile da Rosas de Ouro.

 
Ellen Rocche vem à frente da bateria da Rosas de Ouro com rainha

Ellen Rocche vem à frente da bateria da Rosas de Ouro com rainha

 

Tom Maior

 

A Tom Maior fechou a primeira noite no Anhembi, na manhã de sábado (10), contando a história de duas Leopoldinas: a Imperatriz (1797-1826) e a escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense.

O desfile destacou momentos históricos do Brasil, como a declaração da independência. No carro abre-alas, a escola representou o momento em que a Imperatriz Leopoldina deixou a Europa em direção ao Brasil.

Um dos destaques foi o segundo carro, que trazia uma arara gigante, além de uma onça, tucanos e borboletas. A ideia foi mostrar a paixão de Leopoldina pela fauna e flora brasileiras. Saiba mais sobre o desfile da Tom Maior.

 
 
Comissão de Frente da Tom Maior traz a corte leopoldinenseComissão de Frente da Tom Maior traz a corte leopoldinense
 

GRUPO ESPECIAL SP - 1º DIA

- Por G1 -  

 

 

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